Brisas

A brisa acaricia suavemente a aspereza do meu ser.

É como se fosse a primeira vez.

Doce veludo aconchegante.

Fala levemente aos meus ouvidos, conta-me histórias que podia ter vivido, outras que poderei vir a viver.

Inspira-me.

Expiro, num suspiro profundo, sentido

Sem sentido,

Sem razão

Mas que falou ao coração antes de conhecer o mundo.

Esta carícia suave capaz de acalmar a mais perigosa das feras, o mais agitado dos corações.

Relembra o passado, e diz-nos que há um futuro sorridente ou nem tanto.

publicado por Alexandra às 18:04
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